palco alternativo

Garotas Suecas se apresentam no SESC Vila Mariana amanhã

fevereiro 8, 2010 · Deixe um comentário

[Por Natasha Ramos]

A banda paulista Garotas Suecas irá se apresentar, nesta terça-feira (9/2), às  20h30, no SESC Vila Mariana [Rua Pelotas, 141 - R$ 12 (inteira), R$ 6 (meia), R$ 3 (trabalhador do comércio].

Formado em 2005 por Guilherme Saldanha (voz e gaita), Tomaz Paoliello (guitarra e voz), Irina Bertolucci (teclado, harmonium e pandeirola), Perdido (baixo e voz), Nico Paoliello (bateria e voz) e Sesa (guitarra), o grupo toca um “rock’n’ roll barato total”, influenciado por bandas como Sly & The Family Stone, MC5, RC7, Rolling Stones, Mutantes e Gal & Os Brasões.

A agenda do Garotas Suecas está bem cheia, segundo informações no MySpace da banda. Com shows agendados até maio, depois de tocar no SESC, a banda viaja a Austin, no Texas (EUA), onde irá fazer uma série de shows no festival SXSW (South by Southwest), além de outras cidades, como Los Angeles, San Francisco e Portland.

 

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Transitando por diversos gêneros, Jalapeño traz mistura apimentada de música e tecnologia

fevereiro 5, 2010 · Deixe um comentário

[por Andréia Martins]
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No México, existe uma iguaria que mexe com o paladar e a mente de quem a experimenta: a pimenta jalapeño. Em solo brasileiro, um trio de mesmo nome segue provocando as sensações mais diversas, misturando computadores, sintetizadores, samples e tradicionais instrumentos como baixos, bateria, guitarras, acordeon, percussões, etc, para causar o mesmo impacto em quem ouve a sua música. Estamos falando da banda instrumental Jalapeño.
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O Jalapeño Project começou como um duo, em 2007. Paulo Kishimoto (foto abaixo) e Pedro Prado decidiram se reunir para fazer música, já que estavam num período sem muito trabalho, dividindo a mesma república e tinham muita afinidade musical. Pouco tempo depois, o duo tornou-se trio, contando com a participação de Gustavo Mazon.
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“Quando decidimos começar os primeiros shows, vimos que para executar as músicas compostas no computador e gravadas por nós mesmos através de sobreposição (overdub) precisaríamos de um terceiro músico para que o computador não estivesse tão presente ao vivo.  O entrosamento rolou e agora somos um trio”, conta Pedro em entrevista ao Palco Alternativo.
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De lá pra cá o Jalapeño lançou um disco, Verde. Quem acha que o nome tem algo a ver com meio-ambiente ou algo do gênero, engana-se. Na verdade, o disco leva esse nome por dois motivos: trata-se de uma referência ao início de uma ideia que não está totalmente desenvolvida, madura, ou seja, verde, e outra porque o tipo de jalapenõ mais comum é a verde.
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Ao todo são 9 músicas, cada uma com uma sonoridade e influências específicas. Algumas até parecem pedir uma letra, tamanha a sintonia (como a ótima ScrewJujuba), em outras, alguns instrumentos diferentes se combinam num perfeito match, como a guitarra- cadenciada – e o acordeon em Jeca Global. Em comum, todas as canções tem aquela vibe de viagem, e eu não falo de cair na estrada, transitando entre o jazz, pop, lounge, o psicodélico e sons mais dançantes.
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Paulo toca no Cena Independente, festival realizado em 2009 em SP
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O disco contou com  o produtor argentino Gonzalo Rainoldi. “Chegamos a ele através de amigos do Paulo que nos mostraram alguns artistas que tinham masterizado o disco lá nos Estúdios Quark com o Gonzalo. Como gostamos da sonoridade desses trabalhos achamos que seria uma boa opção masterizar o disco lá também”, conta Pedro.
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Com o disco pronto, a banda disponibilizou o download em diferentes formatos, no próprio site. Há opção para baixar de graça e a de pagar por um arquivo com mais qualidade.
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O feel orgânico
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O detalhe notável no trabalho do Jalapeño é o uso da tecnologia sem alterar a essência ou deixar a música superficial, algo muito possível quando se usam muitos programas de computador. Segundo Pedro, essa foi a grande sacada da banda: descobrir que até mesmo os programas de computadores mais novos se preocupavam com esse lado orgânico, e que eles poderiam ser usados de um jeito diferente, sem soar técnico demais.
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“Nossa ideia era que o computador pudesse, de alguma forma, substituir ‘os músicos que faltavam’. O processo se deu naturalmente e uma das  razões pela qual as ‘partes tecnológicas’ da nossa música não soam artificias é porque todos os loops foram tocados por nós mesmos, gravando instrumentos reais. Não usamos praticamente nenhum loop pronto, tudo foi tocado”, explica Pedro.
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Quanto ao vocal – ou melhor, à falta dele – Pedro conta que a banda “usou bem pouco a voz em alguns pequenos trechos. Mas não somos cantores e, por enquanto, a ideia não é tocar canções. Fora isso também não somos bons letristas. Mas nada que esteja totalmente vetado, de repente pode ser interessante”.
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Para 2010, o foco  é o novo disco. Como além do Jalapeño o trio se divide entre os trabalhos no Jalapeño Verde Studios, onde fazem gravações de discos demo e shows, e acompanhando outras bandas por aí, o disco pode demorar a sair.  Enquanto isso,  quem quiser ouvir pode conhecer mais desse som apimentado no my space ou no site oficial  do Jalapeño.
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Bicicletas de Atalaia se apresenta hoje no Studio SP

janeiro 27, 2010 · Deixe um comentário

Banda Bicicletas de Atalaia que toca hoje no Studio SP

[Por Natasha Ramos]

A banda Bicicletas de Atalaia se apresenta hoje (27/1), às 21h, no Projeto Cedo & Sentado, do Studio SP (Rua Augusta, 591).

A Bicicletas foi criada no segundo semestre de 2009 pelos irmãos Bruno (voz/violão) e Leo Mattos (bateria/vocais) —ex-integrantes da Rockassetes— com a idéia de escrever poesias e harmonias que mesclassem rock e bossa-nova.

Vindos de Sergipe, os irmãos Mattos encontraram em São Paulo companheiros para completar a formação do grupo: Renan Cacossi (flauta/sax), Ilya Amarante (baixo) e Kaneo Ramos (guitarra).

Além de rock e da bossa, é possível notar nuances de samba, jazz e pop rock sessentistas em suas canções. Apesar de recente, a banda já leva na bagagem um punhado de faixas-demo e um videoclipe, que você pode conferir abaixo:

 

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Raio-X: Conheça a Vilania, banda que Chuck Hipólito assina embaixo

janeiro 25, 2010 · Deixe um comentário

Banda Vilania

[Por Natasha Ramos]

Banda tem show marcado para o dia 31/1, domingo, no Asteróide Bar, em Sorocaba

Após assistir a um show da Vilania, Chuck Hipolito, ex-guitarrista e vocalista do Fogotten Boys, se impressionou com o som da banda e os convidou para gravarem sua primeira demo, OrnaouDesorna, com produção dele.

Após o lançamento, surgiu o convite para participar do programa Banda Antes na MTV, o que contribuiu para adquirirem certa notoriedade na imprensa: foram entrevistados na 1ª edição da Rolling Stone Brasil e no site do portal Tramavirtual, receberam indicação na coluna “Conexão Brasil” da Revista Bizz de outubro de 2006 e na coluna “5 Luxos e 1 Lixo”, da Revista Super Interessante de julho de 2007, em que a atriz Débora Falabella (esposa de Chuck) elegeu suas 5 bandas preferidas, entre elas, estava a Vilania.

Com tanto burburinho em torno da banda, o Palco Alternativo resolveu ouvir o som dos caras (e garota) para saber mais sobre eles. Confira o Raio-X da Vilania.

Integrantes e início

O grupo é formado por Tescaro (vocal), Thamila Zenthofer (vocal), André Lugoff (baixo), Rafael Oliver (guitarra) e Alê Cruz (batera que entrou em 2007, substituindo o antigo, Ítalo). A banda é quase toda de Sorocaba, com exceção de Tescaro, que veio de Votorantim (ambas, cidades do interior e SP).

Oficialmente, a Vilania existe desde março de 2006. Antes disso, porém, seus integrantes tocavam em duas bandas de cover distintas, Anjos das Sombras e Oliva, que se apresentavam em clubes noturnos de Sorocaba.

A idéia de montar o grupo surgiu na metade de 2005, com o término, quase que simultâneo, das duas bandas. Os integrantes de ambas mantiveram contato e se reuniam em ensaios, a título de diversão. É então que, no terceiro ensaio, Rafael chega com algumas composições próprias e, a partir daí, a banda toma fôlego e começa a investir em músicas autorais. Não demora muito para que o hobby de até então se tornasse algo mais sério, e os integrantes começassem a pensar na proposta da banda.

“Esse processo aconteceu muito rápido, até por conta da experiência que cada um acumulou com suas bandas anteriores”, comenta Tescaro, vocalista da banda.

Influências

“Somos cinco integrantes, então é difícil dizer [quais as influências da banda]. Temos influências de Strokes, Nirvana, Ramones… É uma ‘mistureba’ geral que não conseguimos definir ao certo qual nosso gênero. Nosso som tem o lance de ser meio pop rock, para alguns, alternativo, para outros, difícil de encaixar. Tem também influência de Mutantes, por conta do lance dos dois vocais e tal, mas não sabemos bem definir. O Rafa se inspira muito em cinema para compor, algumas músicas citam Tarantino e Kubrick, por exemplo”.

Shows

Em Sorocaba, Tescaro conta que eles já se apresentaram em quase todos os bares de rock e em festas. Em São Paulo, já tocaram em redutos do rock alternativo como Outs e Inferno (ambas na Rua Augusta), além da Fun House (casa, situada na Bela Cintra).

Além disso, “tocamos em várias edições do Grito Rock, em festivais locais e nas principais casas de rock de cidades como Piracicaba, São José dos Campos, Criciúma, Rio do Sul, Floripa, Curitiba e Porto Alegre”, conta.

A banda tem show marcado para o dia 31 de janeiro, domingo, no Asteróide Bar, em Sorocaba.

Músicas

O Vilania possui nove músicas nos dois trabalhos lançados (cinco na demo Orna ou Desorna, e quatro no EP Assenzio Selvatico, além das que não foram gravadas.

“No show, também tocamos músicas que não foram gravadas, em média de 13 a 15. O pessoal que acompanha a gente grava as músicas no celular ou de alguma outra maneira e disponibilizam na internet. Achamos isso ótimo, é uma forma de divulgação”, comenta Tescaro.

Clique na imagem e acesse o site da banda

Ambos os trabalhos estão com tiragem esgotada, mas podem ser encontrados na internet. As músicas de Orna ou Desorna e Assenzio Selvatico podem ser ouvidas no site da banda (www.vilania.com.br), no myspace (www.myspace.com/vilania) ou na página da Vilania na Tramavirtual (http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=48697)

Chuck Hipólito e Vilania

A respeito da experiência de trabalhar com o Chuck, Tescaro comenta: “Conhecemos ele num show em Sorocaba, em que abrimos para o Forgotten [Boys, banda de Chuck]. A gente estava com três meses de banda, queríamos gravar um show para mostrar para ele nesta oportunidade, pois sabíamos que, além de tocar, ele também tem um trabalho com produção. Não deu certo gravar esse material, mas no dia do show, felizmente, ele acabou se interessando pela banda, gostou do som e nos convidou para gravar no estúdio El Rocha, em São Paulo. Desde então, ele dá uma força tremenda, é um paizão para banda. Além de ter colaborando na parte artística e produção nos dois trabalhos do Vilania, ele sempre nos apoiou”.

Futuro

O Vilania gravou na metade de novembro de 2007, um DVD ao vivo com shows em Sorocaba e composições inéditas, ainda sem previsão de lançamento. “Estamos focados na finalização do nosso primeiro álbum, que, no momento, é a prioridade, mas queremos também lançar esse DVD, que marca o registro dos 2 primeiros trabalhos da banda: Orna ou Desorna e Assenzio Selvático”, explica Tescaro.

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Do palco para a cozinha: Banda Gentileza estreia videocast sobre culinária

janeiro 22, 2010 · Deixe um comentário

Não você não entendeu errado. Os curitibanos do Gentileza vão estrear, no próximo sábado, seu videocast de culinária, com a presença dos conterrâneos da banda Sabonetes.

Para quem curte o som da banda, além de descobrir se eles são bons na cozinha, poderá conferir uma música ainda inédita: o samba Que Casa é Essa?, uma parceria entre os gentis e os convidados do programa.

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Holger: quintento gente boa prepara disco de estreia para 2010

janeiro 21, 2010 · Deixe um comentário

[Para ler ouvindo: War]

[por Andréia Martins] - Amigos reunidos, um microfone na mão, laptop para gravar os encontros, palmas, versos soltos no ar e, claro, vinho para todo mundo dar uma relaxada e se soltar. Esse era o That’s All Folks, os primórdios do que é hoje a banda paulistana Holger, que depois de dar o que falar – no bom sentido – prepara para o meio de 2010 o lançamento do tão esperado disco de estreia.

Há muito tempo eles já não são aquele grupo de mais de 10 pessoas, usando o improviso e o bom-humor para cantar o que viesse na cabeça. Quando a brincadeira chegou ao fim, cinco deles decidiram pegar as músicas que mais gostavam e tocá-las como uma banda de verdade. Estava formado o Holger.

Nos tempos do That's All Folks: consegue achar os garotos na foto?

De lá pra cá, cerca de dois anos, a banda, continua com o improviso e o bom-humor, é uma das mais bem faladas no cenário alternativo, já foi indicada como o melhor show do ano pelo Guia da Folha (suas apresentação são descritas como uma festa) e ao VMB, da MTV. Depois, bastou marcar presença em diversos festivais Brasil e mundo a fora para ganhar visibilidade.

Ao gravar o primeiro EP, The Green Valley (clique aqui para baixar), os então amigos se descobriram como banda e decidiram levar o projeto adiante, nos contou Pata em entrevista por e-mail, mantendo a ideia da participação coletiva. No Holger, não há um líder. Todos cantam. A criação é livre e unida. As guitarras, baixos e teclados circulam de mãos e mãos, dependendo da  música.

Em pouco tempo, a banda já mostra uma evolução técnica e musical que, para algumas bandas que começam de um jeito meio sério, meio na brincadeira, demora a acontecer.Talvez isso seja resultado das experiências acumuladas pelo quinteto, que mesmo com pouco tempo de estrada, já subiu ao palco dos festivais internacionais South By Southwest (SXSW) e Pop Montreal.

“Fizemos a inscrição e fomos selecionados para três shows no festival, que nos trouxeram, principalmente, experiência de palco e turnê. Fomos ao SXSW muito mais como público do que como banda, e sem dúvida essa ida mudou completamente os parâmetros musicais e de shows da banda. Aquele festival é um grande sonho”.

Já o convite para o Pop Montreal aconteceu depois dos organizadores assistirem ao tal show-festa da banda no Goiânia Noise e no Popload Gig. O Holger foi convidado para dois shows, entre eles, a abertura dofestival ao lado de Matt & Kim e o Ninjasonik.

O aguardado primeiro disco

Para os mais íntimos, o Holger é o ursão. Tudo por causa do simpático urso da capa do EP Green Valley. A autora é a amiga Bruna Canepa, do Homiepie.

Quem conhece as músicas do primeiro EP – com influências folk, country, indiepop e o neofolk  espalhadas por faixas como a ótima War, Brand New Shirt, The Auction, entre outras – vai notar as mudanças no som da banda logo nos primeiros  acordes.

Com mais shows e ensaios, a evolução técnica é nítida.Quanto à sonoridade, as novas músicas como No Brakes e as demos Helsinki Days, Caribean Nights e Undersirable Regrets, disponíveis no My Space, trazem uma pegada mais dançante e boas pistas do que podemos esperar desse primeiro disco.

“Abrimos mais a cabeça musicalmente nas músicas novas, colocamos muito mais influências nas novas composições. Não existe uma preocupação em seguir um estilo estritamente definido, fazemos o que estamos sentindo e sem preconceitos. O que acabou acontecendo foi uma renovação do estilo que vinhamos tocando no Green Valley, que tinha uma raiz muito mais folk. Hoje em dia músicas africanas, eletrônicas e mais dançantes fazem muito mais nossa cabeça”, conta Pata.

O disco deve sair no meio de 2010. “Já fechamos com o produtor e estúdio para fevereiro. Estamos muitíssimo felizes e ansiosos para entrar no estúdio. Enquanto isso estamos ensaiando todos os dias”, diz Pata sem revelar o nome do produtor. Segredinho guardado a sete chaves.

Enquanto o disco não sai, você pode conhecer mais do Holger no MySpace –  She Dances é a dica de Pata. Na sequência, assista ao videoclipe da música The Auction, o único oficial da banda, feito no esquema amizade e colaboração, pela turma da Geral Filmes, e diversão e cansaço pelos próprios integrantes.

“Os dois takes são planos sequência e, para conseguirmos o efeito dos movimentos rápidos, gravamos com a música 50% mais lenta, o que nos dava nove minutos para ficarmos lá dançando. Obviamente nenhum dos dois planos foi feito de primeira, então passamos o dia inteiro fazendo a cena. Nota-se a mancha de suor nas costas do Pepe no plano de cima”, entrega Pata.

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